Responder aos questionamentos infantis com explicações como “Papai do céu levou” ou “Foi fazer uma viagem muito longa” representa uma atitude inadequada que transmitirá à criança uma mensagem negativa relacionada à morte e a um Deus cruel, que castiga.
sábado, 19 de dezembro de 2009
Tanatologia - a morte faz parte da vida
Responder aos questionamentos infantis com explicações como “Papai do céu levou” ou “Foi fazer uma viagem muito longa” representa uma atitude inadequada que transmitirá à criança uma mensagem negativa relacionada à morte e a um Deus cruel, que castiga.
quarta-feira, 2 de dezembro de 2009
Você conhece o Matt?
Você conhece o Matt? Ele é um cara que um dia resolveu viajar e um amigo propôs que ele fizesse uma dança ( na verdade a única que ele sabia fazer) no vídeo que iriam filmar. Aí o vídeo foi ficando conhecido, as pessoas foram gostando e uma empresa resolveu patrociná-lo pra fazer a sua dança em viagens ao redor do mundo. Hoje, no YouTube, o vídeo já ultrapassou 25 milhões de exibições.
Acho esse vídeo incrível, contagiante, além de muito original. Matt aparece fazendo sua dancinha em diversos países, ao lado de caranguejos, flores, crianças, macacos, orquestra, no fundo do mar ,na ausência da gravidade e por aí vai. Gosto de pensar na experiência interessante que ele teve durante essas viagens, conhecendo culturas, pessoas e paisagens diversas. Gosto da alegria que o vídeo transmite, de ver as pessoas embarcando com leveza e bom humor na brincadeira. Gosto de vê-lo parar a dança por uns segundos, para acompanhar a coreografia das indianas. Gosto de ver no rosto dele o quanto ele se diverte fazendo aquilo.Gosto da música escolhida para ser tema do vídeo; chego quase a me emocionar. Gosto de tudo isso: da dança, do bom humor, da leveza, mas sobretudo do que o vídeo desperta em mim; algo que, como todo sentimento, é difícil de colocar em palavras, mas tão fácil de sentir que quando meu dou conta estou a sorrir !!!
Pra saber mais sobre ele, vá para Where The Hell Is...Matt?
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Uma escada que é um piano - The Fun Theory
Mas tudo mudou quando a escada foi transformada em um piano, onde cada degrau ao ser pisado passou a emitir o som de uma nota musical. As pessoas esqueceram a preguiça e passaram a escolher a escada comum, ao invés da escada rolante. Subir a escada passou a ser algo divertido. "The Fun Theory" acredita que o jeito mais fácil de mudar o comportamento das pessoas para melhor é fazer dessa mudança algo divertido. Muito interessante!
Quer conhecer mais sobre o assunto? Visite The Fun Theory .
sexta-feira, 9 de outubro de 2009
O fútil que pode ser útil
Já o sofrimento, ou melhor dizendo, a forma como uma pessoa reage a uma dor sentida, essa, dizem, pode ser opcional. Tudo depende de quem sente: da personalidade dela, da estrutura psíquica, de como a pessoa aprendeu a conviver com a dor. Algumas pessoas sofrem intensamente - entre essas há aquelas que sofrem e se reerguem e há as que sofrem e não conseguem sair do fundo do poço sozinhas - , outras sofrem e logo dão a volta por cima, tamanha é a capacidade de superação que possuem; já outras sufocam o sentimento e se concentram em outra coisa para não pensar na dor - é o famoso "jogar a sujeira para debaixo do tapete", que pode até dar às pessoas ao redor a impressão de que a sala está limpinha, mas logo chegará um dia em que o acúmulo se tornará tão grande, que já não caberá sob o tapete.
Acredito que alguns traumas jamais são superados totalmente. Mas penso que é possível lidar com as marcas deixadas por eles e seguir a vida adiante com alegria e qualidade. No final das contas, o mais importante não é o que aconteceu com a gente, mas o que vamos fazer com aquilo que aconteceu com a gente; é como vamos enxergar o que houve e o que faremos em relação a isso ao longo do nosso caminhar.
Algumas coisas ajudam a tornar a nossa caminhada mais suave. Uma delas é a nossa rede de suporte: família, amigos, pessoas que nos querem bem e estão dispostas a oferecer um ombro, a estender uma mão. E graças a Deus, elas sempre existem. Outra é a terapia - com um bom profissional, vale dizer. Falar sobre as nossas questões mais profundas é extremamente terapêutico, nos propicia o auto-conhecimento, nos faz compreender a maneira como funcionamos - esclarecendo porque funcionamos de uma determinada forma e não de outra -, nos auxilia a rever comportamentos, a mudar atitudes.
A terceira ajuda que temos para lidar com as pressões e problemas cotidianos vem da arte e suas variadas formas de expressão: música, dança, pintura, escultura, literatura e por aí vai. Os Titãs já diziam em uma música antiga que "a gente não quer só comida, a gente quer comida, diversão e arte... ". A arte, pelo menos para mim, é essencial. Ao ler um bom livro, assistir a um bom filme, ir a um espetáculo de balé ou a uma exposição interessante, me transporto para um mundo leve e saio da experiência revigorada.
Outra coisa que funciona muito para relaxar e ter um olhar novo sobre a vida são as viagens. Quando a gente viaja, nossa percepção fica mais aguçada e nossos sentidos trabalham de forma mais apurada. Ficamos mais abertos ao novo e por alguns momentos esquecemos dos problemas que deixamos em casa.
Algumas vezes, basta descansarmos a mente com assuntos superficiais para trazermos um pouco de leveza à vida. Eu, humana que sou, trazendo comigo as marcas da minha história de vida, preciso dessa leveza. Eu, que sempre me vi dividida entre o profundo e o superficial, entre o material e o espiritual, entre o fútil (o que pouco me acrescenta) e o útil ( o que me faz crescer), descobri que sou os dois lados e que um não anula o outro. Quando percebi que o fútil estava fazendo falta para equilibrar a minha seriedade diante da vida, achei estranho e, a princípio, relutei. Mas depois que percebi que o fútil - desde que bem dosado - pode ser útil, decidi me assumir por inteira, criei outro blog e relaxei.
Hoje eu me permito transitar pelos dois lados que apesar de parecerem contrários, se complementam. Nesse blog falo sobre o que não é palpável, o que as mãos não podem tocar, mas que tocam o meu coração e a minha alma; nesse outro blog aqui falo e mostro coisas palpáveis - quer dizer, dependendo da grife, nem sempre (rs rs rsrs) - mas que de certa forma também tocam minha alma feminina que adora bater perna em um shopping!
Eu continuo sendo a mesma pessoa que valoriza o conteúdo, que se comove com o sofrimento alheio, que adora bater um papo cabeça e filosofar sobre a vida. Mas se eu puder fazer tudo isso com um belo sapato nos pés, melhor ainda!!
quinta-feira, 24 de setembro de 2009
terça-feira, 15 de setembro de 2009
E ele se foi...



